Infelizmente, gostaria que quando eu quisesse escrever que um piano ou um violão toca, ao fundo, Mad World do Tears for Fears (como a versão de Gary Jules), ele tocasse, de fato. Que você pudesse ouvir a melodia comigo. Mas somente absorvesse-a, e não a emoção que sinto. Aprendi o quanto é bom viver de sensações e como nós, sem sermos afetados pelo externo, podemos ter tantas e somente as boas. Mas sentimento... Estou começando a crer que sentimento é aquele nome que a gente dá à toda sensação que pesa, sobrecarrega, excede. Não que transborda, mas que extrapola.
Posso sentir a melancolia tocar minh'alma enquanto a canção vibra por minhas fibras. É lindo me sentir viva, porém horrendo descobrir a tristeza que há embutida. Mas nem todo externo mantém-se feliz todo o tempo e, querendo ou não, nem tudo depende só da gente. O mundo tem sua importância, mas não podemos compreender tudo que nos atinge, nem querendo muito. Mas, pra que querer tanto?
E aí, surge-me outra pergunta: Por que não, querer mais do mesmo?
Pois tudo muda o tempo todo, no entanto, em essência o que é bom será pra sempre!
Mesmo que acarrete coisas ruins, não foi completamente perdido, nem que já tenha oferecido tudo o que podia.
E coisas boas pequenas constróem coisas boas muito maiores que várias ruins, a curto ou longo prazo( sendo o segundo o período que, infelizmente, mais ocorre).
Honestamente, não sei para onde vou ou d'onde venho com tudo isto que transcrevi. O caso é que quero deixar o caso, acaso, descaso, destino, kharma ou o que for ser. Porque só não foi aquilo que não é!
@luanamonique
luanextasyh.tumblr.com
(07:20 a.m. 07:42 a.m.)